11/03/2017

História da Filosofia- Quadro compacto


PRINCIPAIS PERÍODOS DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA

Divisão
Período

Principais representantes
Contexto 
histórico
Filosofia Antiga
Séc. VI a.C. ao VI d.C.




Filosofia Patrística

Séc. I ao VII

Conciliar a nova religião (Cristianismo) com o pensamento filosófico dos gregos e romanos (Fé e Razão)


Santo Agostinho


Filosofia Medieval


Séc. VIII ao XIV

Influências principais: Platão e Aristóteles

Santo Tomás, Avicena, Averróis

=Domínio da Igreja católica
=Criação das Universidades (Escolástica)




Filosofia da Renascença



Séc. XIV ao XVI


Montaigne, Dante, Maquiavel.

=Descoberta de novas obras da cultura greco-romana: imitação dos antigos
=Humanismo





Filosofia Moderna




Séc. XVII e XVIII

“grande racionalismo clássico”

=perguntas filosóficas: qual a capacidade do intelecto humano para conhecer e demonstrar a verdade? (sujeito)/como o intelecto pode conhecer o que é diferente dele? (Objeto) de conhecimento: natureza, a vida social e política.



Bacon, Galileu, Descartes, Espinosa


=Nasce a ideia de experimentação e de tecnologia
+origem da ciência moderna (astronomia, física, química, psicologia, política

Filosofia da Ilustração /Iluminismo


Meados do séc. XVIII – começo do séc. XIX

Crença nos poderes da Razão

Rousseau, Kant, Voltaire.

=Ideias da rev. Francesa 
(marco inicial da idade contemporânea)




Filosofia Contemp.



Meados do séc. XIX aos nossos dias.

=Avanços técnicos, industrialização e conflitos sociais.

Russell – (romantismo – grande defensor da causas humanitárias)
Fichte, Schelling, Hegel – (idealismo alemão)
Comte (positivismo)
Schopenhauer
Kierkegaard
Marx
F.Engels
Nietzsche (do julgamento da civilização à questão da existência humana)
Husserl (fenomenologia e o retorno às próprias coisas)
Heidegger (o sentido do Ser)
Sartre (a responsabilidade do homem por aquilo que faz)
Filosofia Analítica (investigação da linguagem e suas relações com o real)
Wittgenstein –a linguagem é como uma caixa de ferramentas
Escola de Frankfurt = Adorno, Horkheimer, W.Benjamim, H. Marcuse, Habermas.



Pós-modernismo




Segunda metade do séc. XX

Crítica do projeto da modernidade: constatação dos desastres sociais e ambientais = miséria, desigualdades sociais extremas, catástrofes ambientais, guerras, violências etc.


M. Foucault = dominação social presente nas diversas instituições
J. Derrida = crítica da razão no Ocidente
J. Baudrillard = estuda a compreensão da sociedade de massas

Períodos da Filosofia na Grécia - tabela facilitadora


FASES DA HISTÓRIA DA GRÉCIA

Grécia Homérica

Grécia Arcaica
(séc.VII ao V a. C)
Grécia Clássica
(séc.V a IV a.C)
Grécia Helenística
(a partir do séc. IV a. C)


= Homero (não existe Filosofia)
=Ilíada – Odisseia

= Sete sábios
=criação das cidades: Atenas, Esparta, Tebas,Megara,Samos.
= Surge a Filosofia
=Economia urbana: artesanato, comércio
=apogeu da Filosofia: Sócrates, Platão e Aristóteles.
=democracia
= apogeu da vida intelectual e artística
= domínio de Atenas como Império comercial e militar
= Grécia dominada pela Macedônia (Alexandre) e pelo Império Romano
=Grécia termina a história de sua existência independente
=período de decadência da Filosofia na Grécia

PERÍODOS DA FILOSOFIA GREGA

Pré-Socrático ou Cosmológico
(final séc.VII ao final do séc. V a. C.
Socrático ou antropológico (ou clássico)
(final do séc.V ao final do séc. IV a.C.)
Sistemático
(final do séc.IV ao III a.C.)
Helenístico ou Grego romano
(final do séc. III a.C. ao séc. VI d.C)

*conteúdo: origem do mundo; causas das transformações na natureza.

Sócrates, Platão e Aristóteles
*conteúdo: o Homem (ântropos); questões humanas: ética, política, técnicas.

Sistematização (reunião de tudo o que foi pensado nos períodos anteriores) = Aristóteles
=Tudo pode ser objeto do conhecimento filosófico, observadas as leis do pensamento (Lógica) que oferecem critérios da verdade e da ciência.
Alcança Roma e o pensamento dos primeiros padres da igreja (Santo Agostinho)
=Questões da Ética e do conhecimento humano.
=Relações entre o Homem e a natureza, ambos com Deus

04/03/2017

Esclarecimento - migração para a condição moral



AUFKLÄRUNG -  resposta à pergunta: Que é esclarecimento?


Com a publicação do texto de Kant (1724-1804) quanto a questão "Que é Esclarecimento", em 1783, observamos a grande contribuição kantiana para a "evolução" do pensamento racional:

  • Esclarecimento  é um "estado moral".
  • Maioridade é condição de discernimento.
  • Viver coordenado pelas ações do outro não é necessariamente a uma pessoa, mas a determinada condição moral. Não possuímos autonomia (não pensamos por nós mesmos)
Kant apresenta o texto como uma saída do mundo de dogmas, de valores tradicionais para a entrada onde a RAZÃO seja pressuposto para o racionalismo crítico. Segundo o pensador, temos uma tendência apaixonada, preguiçosa e covarde que nos impede de sair da condição de "menoridade".

O Homem, em sua menoridade, vive tutelado e protegido por um conjunto de regras que o "obrigam" a criar um imperativo sobre a vida sem necessariamente ter clareza sobre ela (ou seja, fazemos algo e não sabemos exatamente porquê fazemos).

Só com o tempo e consequentemente com o PROGRESSO MORAL, atingiríamos a "maioridade" mencionada por Kant ( considerado por muitos o maior filósofo do Iluminismo).

Tudo seria pautado pelo crivo racional.

Que bom seria!



Tabela facilitadora - Filósofos da natureza


FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS (ou físicos)


Pensador


Contexto


Escola

Principais ideias
Tales
Mileto
 (623-546 a. C)
Naturalista
Considerado o primeiro filósofo do mundo Ocidental; considera a água como princípio de tudo.

Anaximandro
Mileto
 (610-547 a. C)
Naturalista
Seguidor de Tales. Aprofunda suas ideias e concebia o apeiron (infinito, indeterminado) como princípio de tudo.

Anaxímenes
Mileto
 (588-524 a. C)
Naturalista
Expande o princípio do apeiron e concebe o Ar como princípio de tudo.

Pitágoras
Samos
 (570-490 a. C)
Pitagórica
O número é o princípio do cosmos; a alma pode transmigrar de corpos; existe um parentesco entre todas as formas de vida; o corpo é apenas um receptáculo da Alma.

Heráclito
Éfeso
 (540-480 a. C)
Pensadores de Éfeso e Eleia
Concebia o mundo como algo em constante transformação; a regra do mundo era a mudança; o elemento primordial era o Fogo.

Parmênides
Eleia 
(510-470 a. C)
Pensadores de Éfeso e Eleia
O mundo era imutável; o ser é algo único, eterno, imóvel.

Zenão
Eleia 
(488-430 a. C)
Pensadores de Éfeso e Eleia
Discípulo de Parmênides e seu pensamento. Direcionou-se  a elaborar teorias e argumentos que defendessem seu pensamento.

Anaxágoras
Clazômena
(500-428 a.C)
Mecanicista e Atomista
A existência da multiplicidade explica-se pela presença de uma posição de cada coisa em todas as demais, caracterizando-se através do elemento predominante: o Espírito (nous); que o tudo domina seria a única exceção, pois permanece ilimitado, autônomo e sem mistura.

Empédocles
Agrigento
 (490-430 a. C)
Mecanicista e Atomista
Queria conciliar as concepções de Heráclito e Parmênides; concebia a existência de quatro elementos predominantes: terra, fogo, água e ar; elaborou ainda os conceitos de amor (atração) e ódio(repulsão)

Demócrito
Abdera 
(460-370 a. C)
Mecanicista e Atomista
Para o pensador, a natureza é composta de vazios e de átomos, partículas materiais e invisíveis, eternas e invariáveis. “Nada nasce do nada”; tudo se encadeia, necessariamente; os corpos nascem de combinações de átomos e desaparecem pela separação dos mesmos.

Leucipo
Abdera
 (450-420 a. C)
Mecanicista e Atomista
Defendeu que todas as coisas são ilimitadas e que os átomos constituem o princípio de todas as coisas.

23/03/2015

Mito da caverna X Matrix

 Paralelo oportuno para sala de aula.





Matrix - Contribuições filosóficas


Em 1999, o cinema americano produziu Matrix (The Matrix, EUA, 1999), um filme, originalmente subestimado, que arregimentou milhares de admiradores no mundo todo e logo se transformou em uma referência para outras produções cinematográficas.


Comparação entre o filme Matrix e a filosofia grega de Sócrates e Platão.

O filme praticamente começa com a pergunta o que é Matrix? Alguém aí se lembra do diálogo entre Trinity e Neo? Então... ela lhe diz: - É a pergunta que nos impulsiona, Neo. Foi a pergunta que te trouxe aqui. Você conhece a pergunta assim como eu. E ele: - O que é a Matrix?. Em seguida, a jovem conclui: - Sim, a resposta está aí. Ela está à sua procura. E te encontrará se você desejar.

Mas e a relação desta passagem com a filosofia?

Bem, a filosofia ocidental (o pensamento crítico) surgiu na Grécia Antiga, por volta do século VI a. C., como uma alternativa ao mito (o pensamento ingênuo); ela começa através da pergunta o que é a realidade?


Platão exemplifica suas ideias sobre filosofia, política e realidade a partir da dramática alegoria da caverna sobre um grupo de prisioneiros confinados, desde o seu nascimento, no interior de uma caverna. Estão acorrentados de uma tal maneira que só conseguem olhar para frente e tudo que veem são sombras na parede. Tais sombras são projetadas pela escassa iluminação fornecida por uma fogueira que arde atrás deles. Entre a fogueira e os prisioneiros, há uma passagem ascendente para fora da caverna e através da qual diversas pessoas entram e saem, fazendo com que os prisioneiros vejam variadas formas de sombras e ouçam o eco das vozes dos transeuntes. Em seguida, Platão afirma que um dos prisioneiros, após árdua luta, consegue se libertar das correntes e fugir. Assim, pela primeira vez, o ex prisioneiro, pode contemplar algo além daquilo ao qual estava habituado. Mais do que meras sombras, ele vê a fogueira, os outros prisioneiros, a passagem ascendente e tudo o mais no interior da caverna. Depois, quando sai e atinge o mundo exterior, além de descobrir a existência de muitas outras coisas, é ofuscado por uma luminosidade ainda maior do que a da fogueira: a do Sol. Atordoado, ele retorna à caverna em busca de refúgio e, também, para relatar o ocorrido aos seus antigos companheiros - estes por sua vez, não creem na voz dissonante do fugitivo e se recusam a serem libertados para compartilhar da mesma ‘experiência’. Em contrapartida, os prisioneiros também não conseguem convencer o fugitivo de seu suposto devaneio. Assim, terminam por silenciar, hostilizar e matar o pária fugitivo.


No filme, Morpheus alerta Neo, no programa de treinamento (após ele se distrair com a Mulher de Vermelho que, num piscar de olhos, dá lugar a um agente letal), que qualquer um em Matrix é um agente em potencial.


Se considerarmos a linguagem metafísica e dualista de Platão (luz/sombra, ciência/opinião, essência/aparência), podemos afirmar que os prisioneiros são a humanidade ignorante - no sentido de não saber, não conhecer. Em Matrix, eles são representados pela humanidade prisioneira das máquinas tiranas.


As correntes que os retém são os hábitos retrógrados e nocivos (os vícios, opostos da virtude) que, se não impede, ao menos dificulta o acesso ao conhecimento. Em Matrix, as correntes também são nossos pseudoprazeres, a rotina e ilusão de realidade, resultado da simulação neurointerativa.


Uma vez que as sombras são as únicas coisas que os prisioneiros veem - não possuem outros referenciais - é natural que acreditem nelas como sendo a própria realidade - quando na verdade não são. Em Matrix, se você está sonhando e não percebe como pode saber que tudo aquilo não é realidade? - Acorde, Neo. (...) Siga o coelho branco.


O fugitivo representa o filósofo, aquele que tem acesso à luz - ao conhecimento. Em Matrix: é o que desconfia que esteja vivendo uma ilusão, como Neo.


O percurso até o conhecimento é ascendente e íngreme, assim como a passagem que une o interior ao exterior da caverna. Da mesma forma que a visão necessita de tempo para, de forma gradativa, assimilar as mudanças de tons claros e escuros a que são submetidos os objetos quando passamos das luzes às trevas e vice-versa; a compreensão e a aprendizagem demandam tempo, requerem um período para adaptação. Em Matrix recorde o difícil processo de readaptação pela qual Neo e todos os outros antes dele tiveram de se submeter.


A missão do filósofo (e de Neo ou de qualquer um que se livre do controle de Matrix, conforme esta interpretação) é conhecer a verdadeira realidade (sair da Matrix), regressar à caverna - lugar obscuro, pleno de crenças, aparências e superstições - (voltar à Matrix) e instruir os demais (em Matrix: libertar todos). Tarefa nada fácil, já que as ideias retrógradas são predominantes e costumam condenar, de modo prévio, todo ineditismo (em Matrix: não resista, esqueça, se submeta para não precisar ser eliminado).


Parafraseando Platão, podermos dizer que a realidade não é o que alguns apregoam que ela é. A realidade é virtual, é Matrix.




Referência :

Heraldo Aparecido Silva, professor de filosofia e vice-presidente do Centro de Estudos em Filosofia Americana/

https://omelete.uol.com.br/filmes/artigo/imatrixi-e-a-filosofia/

22/03/2015

"Reificação" [?] - Instrumentalizar: a matança em série do pensar reflexivo

Que tempos são esses onde a reflexão caminha a tornar-se reflexiva? São tempos da reflexão pedagógica, antropológica, científica? São todos ou nenhum? Ou outro algum?
São tempos.
 É tempo. E, são sempre as mesmas questões.

O professor de filosofia, em seu mundo sísifico, continua a rolar seu peso dividido entre o mundo pedagógico e um ideal metodológico para que possa oferecer condições que facilitem o aprendizado formativo. Pobre deste, pois não sabe quais são os fins pedagógicos do ensino da disciplina que elegeu para pesquisar.
            Descobre-se impotente diante das adversidades pessoais e leva em conta seus ideais, esquecendo – muitas vezes – o porquê dessa escolha.

Num primeiro momento, é oportuno enfatizar que – ao escolher professar, quaisquer que sejam as disciplinas, é preciso desprender, anular-se, tornar-se outro. Esvaziar-se. Só então poderemos compreender a importância da não instrumentalização da filosofia como disciplina escolar, a não doutrinação dos pensantes.
O professor, aquele – preso a um ponto de vista, faz com que seus alunos continuem a repetir o que seria “politicamente correto”, aceitável, sem ao menos permitir qualquer atitude crítica que possa vir a surgir. Não queremos tais educadores em nossas escolas. Já temos, em grande parte, nos colegiados governamentais. Não formam opiniões. Coagem - as.

É necessário desconfiar da instrumentalização da disciplina de filosofia na sala de aula, uma vez que não estamos formando pensantes fenecidos, mas estudantes competentes, com uma visão autêntica de realidade, sem que o mesmo repita ideias prontas, mas que tenhas as próprias. É necessário autonomia pensante, nada mais de repetição de fórmulas – ou mesmo teses filosóficas prontas, ideais econômicos pré estabelecidos, alcançando o que o texto menciona como “autonomia do pensar crítico”.

É preciso práxis e a inaptidão do professor em dispor-se a esse labor, torna a “real” formação dos jovens cada dia mais longínquo.

Não devemos esquecer que somos guias, formadores de opinião e que somos nós quem lançamos o fruto da repetição de ideias prontas. Ideias implantadas por nós através do ato de educar (explicitamente falando).


É preciso estudo, prudência e, sobretudo, desvencilhar do pronto, do acabado. Assim, estaremos prontos a estimular e oportunizar competências para que, num futuro próximo, alcancemos certa autonomia intelectual por parte de nossos alunos.

21/03/2015

Jürgem Habermas - 1929

Apesar da enorme complexidade do pensamento de Habermas, é possível descobrir algumas constantes:

1. Ao longo da sua vastíssima obra, tem procurado de criar uma  teoria crítica social que assente numa teoria da sociedade.


2. Assumindo-se como um dos defensores da modernidade, procura igualmente criar uma teoria da razão que inclua “teoria e prática”, o mesmo é dizer: uma teoria que seja ao mesmo tempo justificativa e explicativa.


3. A noção de interesse é nuclear no seu pensamento. Habermas parte do pressuposto que todo o conhecimento é induzido ou dirigido por interesses. Mas ao contrário de Marx não o reduz o conhecimento à esfera da produção, onde seria convertido em ideologia. Nem reduz os conflitos de interesses à luta de classes. A sua noção de interesse é muito ampla. Os interesses surgem de problemas que a humanidade enfrenta e a que tem que dar resposta. Os interesses  são estruturados por processos de aprendizagem e compreensão mútua. É neste contexto que Habermas afirma o princípio da racionalidade dos interesses. Distingue três grandes tipos de interesses, segundo uma hierarquia algo peculiar: a) técnicos; b) comunicativos; c) emancipatórios.

Os interesses técnicos surgem do desejo de domínio e controlo da natureza. Trata-se de interesses técnicos na medida em que a tecnologia se apoia ou está ligada à ciência. Todo conhecimento científico enquadra-se nesta esfera de interesses. 
Os interesses comunicativos levam os membros duma sociedade a entenderem-se (e às vezes a não entenderem-se) com outros membros da mesma da mesma comunidade, o que origina entendimentos e desentendimentos entre as várias comunidades. Nesta esfera de interesses estão as chamadas ciências do espírito (ciências humanísticas, culturais, etc.)
 Os interesses emancipatórios ou libertadores estão ligados à autorreflexão que permite estabelecer modos de comunicação entre os homens tornando razoáveis as suas interpretações. Estes interesses estão ligados à reflexão, às ciências críticas (teorias sociais), e pelo menos em parte, ao pensamento filosófico. Esta autorreflexão pode converter-se numa ciência, como ocorre com a psicanálise e a crítica das ideologias, mas uma ciência que é capaz transformar as outras ciências. O interesse  emancipatório resulta de ser um interesse justificador, explicativo enquanto justificador.

4.A autorreflexão individual é inseparável da educação social, e ambas são aspectos de emancipação social e humana. As decisões (práticas) são encaradas como atos racionais, onde não é possível separar a teoria da prática.



5. Todo o seu pensamento aponta, assim, para uma autorreflexão do espécie humana, cuja história natural nos vai dando conta dos níveis de racionalidade que a mesma atinge.

[pRé] Socráticos

    FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS (ou físicos)   Nome Contexto   Escola Principais...